Inteligência artificial nas empresas hoje: como ela é usada nos negócios

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Inteligência artificial nas empresas hoje: como ela é usada nos negócios

Inteligência artificial: imagem conceito de homem mexendo em computador com sobreposição de luzes e sistema

Inteligência artificial nas empresas não é mais um papo futurístico. Ela está presente no dia a dia dos negócios e será cada vez mais utilizada pelas companhias. O motivo? Simples: através dos recursos de inteligência artificial é possível coletar dados, analisar situações e resolver problemas em menos tempo e com mais eficiência. Como resultado, há redução de custos, aumento de vendas e estratégias mais certeiras.

Quer entender como as empresas estão usando a inteligência artificial e como a sua pode aproveitar esses recursos? Acompanhe!

Atendimento por robô

Uma forma conhecida de usar a inteligência artificial para facilitar processos é o recurso de chatbots. São robôs que solucionam a demanda do cliente por meio de conversa online.

Desenvolvido a partir da base de dados da companhia – produtos, serviços, soluções e dúvidas dos consumidores – ele é programado para reconhecer a pergunta e entregar a resposta. Além disso, os robôs de conversa contam com recursos que humanizam o diálogo. Eles reconhecem nomes e outros símbolos que permitem um bate-papo real.

Essencialmente, a ideia por trás da ferramenta é melhorar a experiência do cliente com soluções rápidas e desafogar canais de atendimento tradicionais. Mas, além disso, é uma forma de manter a competitividade do negócio. Uma pesquisa da Gartner, por exemplo, mostra que 89% das empresas competirão para oferecer o melhor atendimento em alguns anos.

Compras com assistente virtual

De acordo com um levantamento da ComScore, aproximadamente 50% das pesquisas serão realizadas por voz até 2020. E antenadas às tendências comportamentais do consumidor, muitas empresas já utilizam a inteligência artificial de assistentes virtuais para vender.

É o caso, por exemplo, do Walmart nos Estados Unidos. Integrado ao sistema de assistência virtual Google Home, é possível comprar por voz e receber os pedidos em casa. Atrelado ao histórico de compras do consumidor, o sistema já identifica marca e tamanho desejados sem que o cliente diga tais especificações.

Inteligência Artificial: imagem de um aparelho eletrônico de assistência virtual, representando Google Home e Alexa, sobre cômodo.

Assistentes virtuais como Google Home e Alexa podem fazer compras por voz. (Imagem: Pexels)

Previsão de reposição de estoque, vendas e pagamentos

A inteligência artificial nas empresas já aparece em sistemas de gestão integrada que oferecem previsões claras sobre vendas, pagamentos e estoque.

O SAP Business One, por exemplo, coleta e cruza informações de todos os setores da companhia, analisa padrões e desenvolve estimativas precisas. E a melhor parte: em tempo real.

Olavo Didyk, diretor comercial da EasyOne Consultoria de implementação de SAP B1, explica que cada informação lançada no sistema é armazenada e analisada pelo próprio programa, para gerar dados estratégicos. “Quando um pedido é lançado no SAP B1, o software já usa esse dado para dar informações de estoque e reposição, além de traçar comportamento dos clientes e prever sazonalidade de vendas”, conta.

Reconhecimento facial

O reconhecimento facial começou a ser desenvolvido em 1960, nos Estados Unidos. Inicialmente voltada à segurança pública e identificação, a tecnologia logo despertou o interesse do setor privado.

Atualmente, o recurso está presente em sistemas bancários, aeroportos e desbloqueio de aparelhos celulares, por exemplo. Mas o varejo já estuda as melhores formas de utilizar a inteligência artificial da leitura de rostos para aprimorar a experiência do cliente e vender mais. A ideia é que o consumidor seja reconhecido pelos sistemas integrados às câmeras e o vendedor já saiba quais são suas preferências e comportamentos – antes mesmo do cliente se apresentar.

Inteligência artificial nas empresas: futuro

Segundo Cristina Palmaka, presidente da SAP no Brasil em entrevista para a revista Época Negócios, a inteligência artificial vem para ajudar as pessoas e não para substituí-las. Ela explica que já existem muitos processos que as máquinas conseguem executar com mais eficiência do que o homem. No entanto, todo o arsenal intelectual e entendimento de como usar a tecnologia da melhor forma está do lado humano.

Nesse sentido, é possível entender que o ideal é justamente a combinação entre a expertise humana com a capacidade de processamento e análise dos sistemas.

Inteligência Artificial: mulher segurando um notebook, encostada no vidro da sala de servidores, representando a união entre inteligência humana e das máquinas.

Sistemas com alto processamento e capacidades humanas juntos para um futuro cada vez mais promissor. (Imagem: Pexels)

Como usar a inteligência artificial para tornar sua empresa mais competitiva no mercado

A inteligência artificial já está presente no dia a dia das empresas e consumidores. Portanto, o primeiro passo para manter o negócio competitivo é prestar atenção nos hábitos do cliente e na interação entre tendências do mercado e tecnologia.

Além disso, é importante que os processos internos sejam executados com agilidade, clareza e precisão. Do estoque ao fluxo de caixa, da previsão de vendas à estimativa de tributos a pagar, é fundamental que o negócio opere de forma integrada.

Aqui, a inteligência artificial aparece por meio dos sistemas de gestão que conseguem entender os movimentos da operação. A análise feita pelo software deve entregar informações sobre a situação atual da empresa e previsões futuras.

Aproveite e converse com a equipe da EasyOne Consultoria, parceira SAP há mais de dez anos, e entenda como o SAP B1 pode ajudar a sua empresa a usar a inteligência artificial para reduzir custos, vender mais e manter-se competitiva.

 

 

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